Olimpíadas tem um controle antidoping que foi um sucesso, registrando poucos casos

Antes de começar as olimpíadas no Rio de Janeiro o que mais foi falado foi sobre antidoping, principalmente por parte dos atletas da Rússia, e em todas as olimpíadas tem esse controle e no Brasil não foi diferente, o controle antidoping do Brasil foi controlado pelo médico brasileiro Dr. Eduardo De Rose, que faz parte Wada (Agência Mundial Antidoping). Foi confirmado sete casos antidoping no Brasil e tem alguns casos que ainda estão passando por exames, que são procedimentos mais longos. Mas, aqui no Brasil saiu tudo perfeitamente o controle antidoping, o médico brasileiro fez um excelente trabalho.

Olimpíadas tem um controle antidoping que foi um sucesso, registrando poucos casos

Olimpíadas tem um controle antidoping que foi um sucesso, registrando poucos casos

Como funciona as duas substâncias mais usadas pelos atletas

Para o atleta ser pego no exame antidoping ele precisa usar substâncias que vão poder influenciar no desempenho dele no esporte, existem duas substâncias que são mais usadas pelos atletas anabolizantes e GH, entenda o que seria essas substâncias.
EsteroidesAnabolizantes: Eles costumam ser usados meses antes da prova, pois tem o efeito a longo prazo, geralmente um mês antes da prova o atleta para de usar ele. Eles atuam no interior da célula para aumentar ou inibir os genes específicos. Mas essas substâncias têm efeitos visíveis na pessoa, no homem tem o aumento de pelos no corpo, pele oleosa, acne, hipertensão arterial e alterações nos níveis de colesterol ruim, já para as mulheres atrofia das mamas, amenorreia, aumento de pelos faciais, e calvície de padrão masculino.
Hormônio de crescimento (GH): A principal função dele é manter as taxas de crescimento igual, os atletas costuma usar essa substância quando querer aumentar a massa magra e diminuir o tempo de recuperação, mas o aumento dos músculos não indica aumento de força, e como qualquer outro ele tem efeitos colaterais enxaqueca; crescimento das amigdalas, das mãos, pés e face; hipertrofia do coração, fígado, baço e rins; neuropatia periférica; diabete; hipertensão arterial; doença cardiovascular prematura; impotência; osteoporose; e pólipos no cólon.